| SRTE/RS lança campanha contra o trabalho infantil |
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| 28.05.2010 |
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"Quem ama protege! Diga não ao trabalho infantil" é o slogan da ação feita em parceria com o Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil
MARQUE UM GOL: ERRADIQUE O TRABALHO INFANTIL Para saber mais... por favor clique "na imagem" Brasília, 28/05/2010 - Durante a apresentação do Seminário Cultura da Proteção, realizado na última terça-feira (25), a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Rio Grande do Sul (SRTE/RS) lançou, em Porto Alegre, a campanha estadual permanente de combate ao trabalho infantil "Quem ama Protege! Diga não ao trabalho infantil - Levando a Proteção às Crianças e Adolescentes nos Trilhos e Outros Caminhos". A ação é em alusão ao Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, em 12 de junho. O evento, efetivado em parceria com o Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalhador Adolescente (FEPETI), contou como o apoio da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul e do Ministério Público do Trabalho da 4ª Região e de diversos outros órgãos públicos. Para o superintendente do Trabalho e Emprego no Rio Grande do Sul, Heron de Oliveira, este tipo de mobilização é fundamental para o enfrentamento do problema, porque segundo ele, apesar de "fundamental" a fiscalização do MTE, realizada isoladamente, não resolverá o problema. "É preciso articular ainda mais os diferentes setores e instituições da sociedade e órgãos de governo. Precisamos desenvolver uma nova cultura em relação a essa questão, a de que lugar de criança é na escola na família e na comunidade protegida", ressalta Heron. De acordo com o coordenador do Projeto de Erradicação do Trabalho Infantil na SRTE/RS, Pedro Jacobi, além da ação fiscal corriqueira realizada pelo MTE para retirar as crianças do trabalho, esse tipo de ação ajuda a conscientizar e sensibilizar a população em geral dos malefícios do trabalho precoce. Sobre as conseqüências do trabalho infantil Jacobi destaca: "Além da questão orgânica - o organismo em formação submetido ao trabalho pode sofre seqüelas - o trabalho precoce também compromete aprendizagem da criança", observa. O evento, realizado no Auditório Dante Barone da Assembléia Legislativa do RS, contou com a participação da secretária-executiva do Fórum Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), Isa Maria de Oliveira e do chefe da Divisão de Fiscalização do Trabalho Infantil, Luiz Henrique Lopes. Fonte: Assessoria de Imprensa do MTE
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