bannertemp575x81.png
1. INTERNACIONAL - MTE Promove Semana do Trabalhad... » De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, os princ... INTERNACIONAL - XIX Congresso Sobre Segurança e Sa... » Novo relatório da OIT mostra aumento das enfermidades e ... Combate ao Trabalho Escravo » Auditor Fiscal do Trabalho... ? vc pode saber um po... Combate ao Trabalho Infantil »   Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil "12 de junho" Err... Artigo sobre terceirização destaca a importância d... » Segundo o autor do artigo, Sérgio Amad Costa – professor de ... Estudo disseca rotatividade do mercado de trabalho... » “Esse estudo é muito importante, pois vai servir para que te... SEMUR PARA AFAITERJ - RELATÓRIO DE RESULTADOS DA S... » O Auto de infração constitui uma denúncia fiscal cujo result... JORNAL DA AFAITERJ - Caros Amigos! » Com imensa satisfação voltamos a nos comunicar. Com relação ... AUDITORIA-FISCAL DO TRABALHO - MTE - Publicada Por... » Está publicada na página 47 da Seção 2 do Diário Oficial da ... AUDITORIA-FISCAL DO TRABALHO - Combate ao Trabalho... » O Grupo Móvel de Fiscalização resgatou 19 trabalhadores, ent... Trabalho infantil e acidentes de trabalho: essa du... » Acidentes de trabalho nunca são uma boa notícia. Quando estã... INTERNACIONAL: Entrevista - Paulo Sérgio de Almeid... » Em setembro, brasileiras e brasileiros que vivem e trabalham... Segurança e Saúde no Trabalho - Acidentes de traba... » A chegada da temporada de chuvas aumenta os riscos para os o...

Descontos p/ Associados

Acesso Rápido

Transtornos mentais atingem 23 milhões de pessoas no Brasil PDF Imprimir E-mail
28.06.2010

Pelo menos 5 milhões sofrem com transtornos mentais graves e persistentes. Segundo a Organização Mundial de Saúde, esse tipo de problema ocupa cinco posições no ranking das principais causas de incapacidade

Lei nº 10.216/2001

Para ler a íntegra do manual

basta clicar na imagem!

CartilhaSMental.jpg

Luana Lourenço
Repórter da Agência Brasil

Brasília – No Brasil, 23 milhões de pessoas (12% da população) necessitam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões de brasileiros (3% da população) sofrem com transtornos mentais graves e persistentes. De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, apesar de a política de saúde mental priorizar as doenças mais graves, como esquizofrenia e transtorno bipolar, as mais prevalentes estão ligadas à depressão, ansiedade e a transtornos de ajustamento.

Em todo o mundo, mais de 400 milhões de pessoas são afetadas por distúrbios mentais ou comportamentais. Os problemas de saúde mental ocupam cinco posições no ranking das dez principais causas de incapacidade, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Dados da OMS indicam que 62% dos países têm políticas de saúde mental, entre eles o Brasil. No ano passado, o país aplicou R$ 1,4 bilhão em saúde mental.

Desde a aprovação da chamada Lei da Reforma Psiquiátrica (Lei nº 10.216/2001), os investimentos são principalmente direcionados a medidas que visam a tirar a loucura detrás das grades de hospícios, com a substituição do atendimento em hospitais psiquiátricos (principalmente das internações) pelos serviços abertos e de base comunitária.

Em 2002, 75,24% do orçamento federal de saúde mental foram repassados a hospitais psiquiátricos, de um investimento total de R$ 619,2 milhões. Em 2009, o percentual caiu para 32,4%. Uma das principais metas da reforma é a redução do número de leitos nessas instituições. Até agora, foram fechados 17,5 mil, mas ainda restam 35.426 leitos em hospitais psiquiátricos públicos ou privados em todo o país.

A implementação da rede substitutiva – com a criação dos centros de Atenção Psicossocial (Caps), das residências terapêuticas e a ampliação do número de leitos psiquiátricos em hospitais gerais – tem avançado, mas ainda convive com o antigo modelo manicomial, marcado pelas internações de longa permanência.

O país conta com 1.513 Caps, mas a distribuição ainda é desigual. O Amazonas, por exemplo, com 3 milhões de habitantes, tem apenas quatro centros. Dos 27 estados, só a Paraíba e Sergipe têm Caps suficientes para atender ao parâmetro de uma unidade para cada 100 mil habitantes.

As residências terapêuticas, segundo dados do Ministério da Saúde referentes a maio deste ano, ainda não foram implantadas em oito unidades federativas: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Rondônia, Roraima e Tocantins. No Pará, o serviço ainda não está disponível, mas duas unidades estão em fase de implantação. Em todo o país há 564 residências terapêuticas, que abrigam 3.062 moradores.

Edição: Juliana Andrade e Lílian Beraldo

Fonte: Agência Brasil

Notícia(s) Relacionada(s):

Governo institui princípios e ações em saúde mental na APF - 07.05.2010

PORTARIA FIXA DIRETRIZES PARA AÇÕES DE SAÚDE MENTAL DO SERVIDOR

Estresse e depressão - doenças do trabalho

Vida e Saúde

Psicologuês

Psicologia - RedePSI

 
© 2008 - AFAITERJ | Política de Privacidade | Criado por: Arthur Almeida França