| Dia Internacional da Mulher - um marco na história |
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| 08.03.2011 |
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O Dia Internacional das Mulheres é um marco nas reivindicações e na luta das mulheres por igualdade. Criado em 1910, na Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, realizada em Copenhague, na Dinamarca, tornou-se uma data de referência para as mulheres mundialmente.
Data: 04/03/2011 A partir da década de 1920, em homenagem à mobilização das mulheres russas, em 1917, o Dia Internacional das Mulheres passou a ser celebrado, mundialmente, na data do 8 de março. Fonte: Presidência da República Federativa do Brasil -Secretaria de Políticas para as Mulheres (Comunicação Social).
Dia Internacional da Mulher Membros da Women's International League for Peace and Freedom, em Washington, D.C., 1922. Para saber + ? ... "clique na imagem!" O Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de Março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por "Pão e Paz" - por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada do seu país na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917. Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto. No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no início do século, até a década de 1920. Na antiga União Soviética, durante o stalinismo, o Dia Internacional da Mulher tornou-se elemento de propaganda partidária. Nos países ocidentais, a data foi esquecida por longo tempo e somente recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960. Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial. Nessa data, os empregadores, sem certamente pretender evocar o espírito das operárias grevistas do 8 de março de 1917, costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas. 1975 foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e, em Dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres, mas também a discriminação e a violência a que muitas delas ainda são submetidas em todo o mundo. Origem A ideia da existência de um dia internacional da mulher surge na virada do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra Mundial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina, em massa, na indústria. As condições de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte dos trabalhadores. Muitas manifestações ocorreram nos anos seguintes, em várias partes do mundo, destacando-se Nova Iorque, Berlim, Viena (1911) e São Petersburgo (1913). O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de Fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, por iniciativa do Partido Socialista da América, em memória da greve das operárias da indústria do vestuário de Nova York, em protesto contra as más condições de trabalho[carece de fontes]. Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhaga, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada proposta da socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um dia internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada. No ano seguinte, o Dia Internacional da Mulher foi celebrado a 19 de Março, por mais de um milhão de pessoas, na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça. Poucos dias depois, a 25 de Março de 1911, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 146 trabalhadores - a maioria costureiras. O número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Este foi considerado como o pior incêndio da história de Nova Iorque, até 11 de setembro de 2001. Para Eva Blay, é provável que a morte das trabalhadoras da Triangle se tenha incorporado ao imaginário coletivo, de modo que esse episódio é, com frequência, erroneamente considerado como a origem do Dia Internacional da Mulher. Em 1915, Alexandra Kollontai organizou uma reunião em Christiania (atual Oslo), contra a guerra. Nesse mesmo ano, Clara Zetkin faz uma conferência sobre a mulher. Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o estopim da Revolução russa de 1917. Em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), a greve das operárias da indústria têxtil contra a fome, contra o czar Nicolau II e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram na Revolução de Fevereiro. Leon Trotsky assim registrou o evento: “Em 23 de fevereiro (8 de março no calendário gregoriano) estavam planejadas ações revolucionárias. Pela manhã, a despeito das diretivas, as operárias têxteis deixaram o trabalho de várias fábricas e enviaram delegadas para solicitarem sustentação da greve. Todas saíram às ruas e a greve foi de massas. Mas não imaginávamos que este ‘dia das mulheres’ viria a inaugurar a revolução”. Após a Revolução de Outubro, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lenin para torná-lo um dia oficial que, durante o período soviético, permaneceu como celebração da "heróica mulher trabalhadora". No entanto, o feriado rapidamente perderia a vertente política e tornar-se-ia uma ocasião em que os homens manifestavam simpatia ou amor pelas mulheres - uma mistura das festas ocidentais do Dia das Mães e do Dia dos Namorados, com ofertas de prendas e flores, pelos homens às mulheres. O dia permanece como feriado oficial na Rússia, bem como na Bielorrússia, Macedónia, Moldávia e Ucrânia. Na Tchecoslováquia, quando o país integrava o Bloco Soviético (1948 - 1989), a celebração era apoiada pelo Partido Comunista. O MDŽ (Mezinárodní den žen, "Dia Internacional da Mulher" em checo) era então usado como instrumento de propaganda do partido, visando convencer as mulheres de que considerava as necessidades femininas ao formular políticas sociais. A celebração ritualística do partido no Dia Internacional da Mulher tornou-se estereotipada. A cada dia 8 de março, as mulheres ganhavam uma flor ou um presentinho do chefe. A data foi gradualmente ganhando um caráter de paródia e acabou sendo ridicularizada até mesmo no cinema e na televisão. Assim, o propósito original da celebração perdeu-se completamente. Após o colapso da União Soviética, o MDŽ foi rapidamente abandonado como mais um símbolo do antigo regime. No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920. Posteriormente, a data caiu no esquecimento e só foi recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960, sendo, afinal, adotado pelas Nações Unidas, em 1977. Fonte: Wikipédia
(07/03/2011) OIT celebra o 100º Dia Internacional da Mulher “A recuperação da crise também beneficiou a mulher!” é o tema da inciativa da OIT para marcar o 8 de Março (Genebra, 07/03/2011) – A Organização Internacional do Trabalho (OIT) celebrará o centenário do Dia Internacional da Mulher na segunda-feira 7 de março com uma mesa redonda abordando o papel da igualdade de gênero para o alcance de uma recuperação da crise sustentável e equitativa. Partindo do tema “A recuperação da crise também beneficiou a mulher!”, especialistas discutirão em grupo sobre como as medidas políticas no período posterior à pior crise econômica desde a Grande Depressão podem garantir a igualdade de oportunidades e tratamento para mulheres e homens no que diz respeito ao emprego e condições de trabalho. Os participantes insistirão no desenvolvimento de qualificações e políticas de formação, e desta maneira vincularão a discussão ao tema das Nações Unidas para este Dia Internacional: “A igualdade de acesso à educação, à capacitação e a ciência e a tecnologia: o caminho para o trabalho decente da mulher”. O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado de maneira oficial em 1911 após uma decisão da Conferência Internacional das Mulheres Trabalhadoras, que havia sido realizada no ano anterior em Copenhage. Nesta ocasião, a demanda principal em países como a Áustria e a Alemanha era o direito ao voto, enquanto nos Estados Unidos as mulheres se manifestavam contra as condições de trabalho precárias, que eventualmente terminaram provocando um incêndio em uma fábrica de vestidos. O saldo foi de 146 trabalhadores mortos, em sua maioria mulheres imigrantes.
De acordo com os dados mais recentes da OIT, tanto as mulheres como os homens continuam sentindo o impacto da crise econômica. Em 2010, a taxa mundial de desemprego para homens foi de 6 por cento; para as mulheres, foi de 6,5 por cento. Jane Hodges, Diretora do Escritório para a Igualdade de Gênero da OIT, disse que continua existindo uma clara segregação da mulher em setores que se caracterizam por ter baixos salários, longas jornadas de trabalho e acordos informais de trabalho. Este fenômeno vem se refletindo no fato de que existe uma maior porcentagem de mulheres em empregos vulneráveis a nível mundial (51,8 por cento) que de homens (48,9 por cento). As mulheres também se veem em uma posição desfavorável quando se trata do acesso à formação e à educação, em especial no mundo em desenvolvimento. Desde sua fundação em 1919, a OIT tem apoiado os princípios de igualdade de remuneração para um trabalho de igual valor e a não discriminação. Em 2009, a Conferência Internacional do Trabalho (CIT) aprovou uma resolução sobre a Igualdade de Gênero no Coração do Trabalho Decente para guiar os esforços em direção a um mercado de trabalho no qual todas as mulheres e homens possam participar de maneira livre e ativa. Nesse mesmo ano, a CIT adotou o Pacto Mundial para o Emprego com o objetivo de ajudar a mitigar o impacto social da crise. Entre outras medidas, o Pacto exorta os planos de recuperação a levarem em conta a questão da igualdade de gênero. Fonte: OIT Página alusiva ao 8 de Março de 2011»
No Dia Internacional da Mulher, Mais Você recebe Maria da Penha
O Mais Você desta terça, 8 de março, fez uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher e foi atrás de um exemplo, uma mulher que se chamasse Maria, nome que personifica todas as mulheres brasileiras. E recebeu para o café da manhã, a farmacêutica Maria da Penha, que deu origem à Lei de proteção às mulheres. Para + informação sobre a Lei 11.340/2006, por favor clique na imagem e acesse: Maria da Penha fora agredida pelo marido durante seis anos e correu risco de morte por duas vezes: a primeira tentativa por arma de fogo, deixando-a paraplégica, e a segunda por choque elétrico. O marido foi punido a 15 anos de prisão, recorreu, reduzindo a pena para 10 anos, e cumpriu regime fechado por apenas dois. Para + informação, basta um clique na imagem! ... Maria da Penha acredita que parte da impunidade tem origem no comportamento daqueles que estão ali para fazerem a Lei ser cumprida. “Temos promotores machistas, que não aplica o que já existe na Lei. Antes da Lei, não havia nada que ajudasse a mulher a sair desta violência doméstica. Como punição pela agressão, bastava pagar uma cesta básica”. Mas frisou que a Lei não existe para punir o homem, mas para punir o homem agressor. Fonte: Rede Globo - Mais Você
PLENÁRIO / PRONUNCIAMENTOS 02/03/2011 - 18h32 Ana Rita saúda mulheres pelo seu dia e diz que data deve ser oportunidade para reflexão Clique na imagem para + informação ... Em discurso nesta quarta-feira (2), a senadora Ana Rita (PT-ES) saudou as mulheres brasileiras pelo início do Mês da Mulher. Na manhã de terça (1º) o Congresso Nacional celebrou o Dia Internacional da Mulher. - No dia 8 de março comemoram-se 101 anos que mulheres de todos os continentes celebram o Dia Internacional da Mulher como um dia de reflexão e de luta. A data é uma oportunidade para refletirmos sobre o lugar ocupado pelas mulheres na sociedade ocidental, principalmente no Brasil, e lembrarmos que a igualdade entre homens e mulheres é um processo permanente de construção - afirmou a senadora. Para Ana Rita, o ano de 2011 marca um momento significativo para a democracia brasileira por começar com a posse da primeira mulher a conquistar a Presidência da República, Dilma Rousseff. A senadora lembrou que as mulheres brasileiras conquistaram o direito de votar há 80 anos, 110 anos depois das primeiras eleições gerais realizadas no país. - Foi preciso esperar quase um século mais para termos uma mulher no cargo mais alto da nação e, mesmo depois de conquistar isso, ainda somos uma minoria na ocupação de cargos políticos - disse. Atualmente, acrescentou Ana Rita, apenas 10% das cadeiras legislativas brasileiras são ocupadas por mulheres, enquanto a média mundial gira em torno de 20%. A senadora também elogiou a presidente Dilma Rousseff e a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, por terem estabelecido como meta do governo federal "a luta pela erradicação da feminização da pobreza e da miséria". Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) citados pela senadora revelam que apenas 40,1% das mulheres aptas a trabalhar no mundo estão empregadas, contra 73,4% dos homens aptos ao trabalho. Para a senadora, uma maior inserção das mulheres no mercado de trabalho passa pela criação de mais vagas na rede pública de ensino infantil e de creches e programas de capacitação e formação para mulheres. - Não tenho dúvidas de que a autonomia financeira das mulheres assegurará, inclusive, maior participação das mulheres nos espaços decisórios de poder - acrescentou. A desigualdade salarial entre homens e mulheres ainda é grande, disse Ana Rita, mas os problemas envolvem ainda assédio moral e sexual, doenças laborais e grande número de mulheres trabalhando informalmente. - Ressalto que, apesar das várias barreiras vencidas, a desigualdade, a opressão e a violência contra as mulheres persistem em nossa sociedade. Mesmo com avanços ainda há discrepâncias, especialmente em relação a salários entre homens e mulheres - declarou. Em aparte, o senador Magno Malta (PR-ES) elogiou o pronunciamento da colega e concordou que a luta pelos direitos das mulheres deve ser uma bandeira dos parlamentares. Fonte: Agência Senado
Confira Também: Dia Internacional da Mulher – Trabalhadoras do SINAIT
Por favor clique na imagem e saiba +...
O SINAIT tem um time de mulheres em seu quadro de empregados. Elas estão em todos os setores, exceto o de informática e de serviços externos. São 16 trabalhadoras, com diferentes formações e algumas já há mais de 15 anos prestando serviços à entidade. Cada uma contribui para que o trabalho da Diretoria seja bem direcionado, com informações pertinentes, e para que os filiados sejam bem atendidos em suas necessidades. Ao longo do tempo estas trabalhadoras se qualificaram e tiveram oportunidade de ampliar conhecimentos que trouxeram para a gestão da entidade novas ideias, projetos e procedimentos adequados à realidade dinâmica do movimento sindical. A Diretoria do SINAIT agradece a dedicação destas trabalhadoras no Dia Internacional da Mulher.
Confira quem são e o que fazem: Cleide Guimarães Costa – Gerente Administrativa, administra o sindicato. Suely Botelho Santos Batista – Supervisora, auxilia a Gerente Administrativo no Setor de Recursos Humanos, setor de compras e orçamentos Aletheia Vieira, Andrea Bocchi, Lourdes Marinho e Nilza Murari - Jornalistas, responsáveis pelo setor de comunicação do SINAIT Márcia Marques – Assessora parlamentar e política, responsável pelo acompanhamento de projetos no Congresso Nacional Solange Cardoso Santos – Secretária Executiva, atende a presidente e a Diretoria Márcia Cristina Ferreira – responsável pela reservas/passagens e eventos Eliete Keille Alves da Silva – responsável pela consignação e cadastro. Luziani Cácia Steffenon – Assessora do setor financeiro Marilene Rodrigues Inácio – Assistente de finanças Tatiana Sampaio Pinho - responsável pelo setor de convênios Tânia Maria da Silva de Souza – Assistente de Administração, atende as ligações e recepciona Cleunice Mendes Pereira - Copeira Leila Ferreira Sousa – Estagiária do departamento Jurídico
... e +
Dia Internacional da Mulher – Parabéns, Auditoras Fiscais do Trabalho
Vc pode saber um pouco + "clique em Mulher AFT!"
O SINAIT cumprimenta as Auditoras Fiscais do Trabalho, ativas e aposentadas, pelo Dia Internacional da Mulher. As AFTs são trabalhadoras guerreiras, mães, esposas, filhas dedicadas, que lutam dia a dia pela melhoria da qualidade de vida e das condições de trabalho no serviço público. Muitas ocupam e já ocuparam cargos nas diretorias das entidades regionais, são Superintendentes nas SRTEs, chefiam Gerências e Agências de Atendimento, e outros setores. No SINAIT três mulheres já ocuparam a presidência: Elene Fleury e Rosa Jorge, ambas de Goiás, e atualmente Rosângela Rassy, do Pará. Também na Secretaria de Inspeção do Trabalho elas têm destaque: Vera Jatobá, Ruth Vilela, Vera Olímpia e, agora, Vera Albuquerque. A competência e o talento são marcas registradas desta categoria que cada vez mais tem mulheres ocupando postos de destaque. E tudo, citando Che Guevara, “sem perder a ternura”. A luta continua, AFTs. Muheres e homens estão juntos para fazer da Auditoria Fiscal do Trabalho uma instituição cada vez mais respeitada. Fonte: SINAIT
......................................................... ......................................................... Questionamento à Lei Maria da Penha é carregado de intolerância e preconceito, diz Iriny Lopes
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